O Livro

Caro leitor, Procuro a Clareza e o Entendimento, o Livro que estou pretendendo montar, ainda está incompleto por Razões de Tempo para me dedicar ao mesmo, mas resolvi Postar com meus Entendimentos e Pensamentos para quem se Interessar a Leitura.

Prefácio

Introdução

1- A Formação do Universo

2- A Formação da Humanidade

3- O Cérebro Trino

4- A Nossa Agressividade

5- A Vontade e a Imaginação, porta para outros Mundos

6 – Seres de Luz

7 – Seres Inteligentes

8 – Tipologia Extraterrestre

9 – Tecnologia Pré-Histórica

10 – A Discrepância no Mundo

11 – Da Lei da Destruição

12 – Meu Entendimento

    Paz no Universo aos Seres que tem o Esclarecimento e os que Buscam o Esclarecimento.

    O que pretendo mostrar neste Livro é o meu entendimento de nossa existência neste Mundo do porquê de Nascermos e Morremos, uma visão além da matéria, uma visão profunda de nosso surgimento neste Mundo.

    Não tenho a intenção e nem a pretensão de confundir o caminho escolhido de entendimento da existência que cada pessoa procurou, mas o meu intuito é apenas procurar o Esclarecimento.

    Este tipo de assunto é demasiadamente Complexo, evolvendo vários questionamentos que para mim ainda não foram totalmente Revelados (Explicados), onde tentarei para o prezado Leitor, dar uma amostra do que cada habitante deste mundo, se ver de uma outra forma, além do conhecido aspecto da Criatura Humana.

    Resolvi usar neste Livro o termo Criatura Humana1, exemplificando que fomos criados de alguma forma um tanto quanto confusa, ainda não tão bem esclarecida.

    Sabemos que nascemos e que algum dia iremos morrer, existindo uma ligação entre o que somos (A Personalidade) e a nossa Essência no surgimento do Universo.

    Estamos todos neste setor do Universo, o nosso sistema Planetário (O Sistema Solar), presos em corpos de matéria grosseira biológica, onde se desenvolve a Criatura Humana, que procurarei explicar nos capítulos deste Livro.

    É na Essência que somos moldados (Criados), depois lançados no Universo, em vários mundos Existentes, nesta dualidade entre o Bem e o Mal, o Caos.

    No Universo existe Bilhões de galáxias, que nestas galáxias poderemos encontrar milhares de planetas, onde estarão vivendo milhares de seres diferentes.

    Acredito que não estamos sozinhos no Universo, como disse Carl Sagan, seria um desperdício de espaço.

    Usando a nossa Imaginação também podemos criar seres que vivem em outros setores do Universo, como vemos nos filmes no cinema.

    Existe seres bons e ruins, que damos os nomes de Anjos e Demônios, existe seres de ampla Luz, Sidarta Gautama (563 ac), Jesus Cristo, Jiddu Krishnamurti e seres com extrema Inteligência, temos também Monstros, Feiticeiros, Magos, Gigantes e também outros seres um tanto menos falado, só conhecidos na Literatura mística (Oculta), Elfos, Fadas, Gnomos, Ondinas e Ninfas, Salamandras, Silfos, Trasgos e Globins, Dríades, Duendes.

    Todos estes seres estando espalhados pelo Universo, tendo suas representações aqui em nosso Planeta chamado de Terra em feições da criatura Humana.

1 – Criatura – qualquer ser vivo ou coisa que resulta de um ato de criação, o termo possui ampla aplicação, Ser criado, Ser humano, Pessoa dócil, Dependente ideológico, Ser monstruoso, Tom pejorativo, Criação divina.

    Várias são as explicações de nossa Existência neste Mundo, explicações essas passando pela Bíblia a mais conhecida, O Livro – O 12° Planeta (Fala da Civilização Suméria), Upanisadas, Abdruschin (Mensagem do Graal), O Livro de Enoch, A Espírita de Allan Kardec, e a que eu mais admiro a Teosofia de HPB, que irei acrescentar também A Genealogia do Homem de Annie Besant, além de tantas outras explicações Ocultas (Místicas), temos também as explicações da Ciência, Antropologia, alguma parte na Geologia e outras na Astrofísica e Física de Partículas.

     Ganância, Inveja, Avareza, Gula, Soberba (Orgulho), Luxúria, Preguiça, Não são defeitos da Criação (Divindade), a Divindade existente é a Essência da Vida, o Sopro Eterno, o Alento, a Energia Presente, o Princípio Vital, as Mônadas; As Partículas, O Átomo.

     Tais explicações está envolto de Mistérios, Crenças, Lendas, Mitos, é um Véu, mas mesmo a Teosofia chega somente até um certo Horizonte, não mostrando o que ainda pode existir além.

     O Caimento na Matéria, que é Chamada de Grosseira, é uma visão óbvia, até a Ciência mostra isso! – como é mostrado na formação do Globo Terrestre, na Astrofísica e na Geologia.

     As Estâncias de Dzyan , que são 12 Estâncias com explicações de nossos aparecimentos no Planeta Terra, são mostrados no Vol III AntropoGênese de HPB, faz explicar na Visão de Iniciados, os caminhos percorridos até se chegar antes da nossa Atual Formação Pitecoide, Sim, somos uns Animais, apesar de sermos Divinos, em Partículas, mas somos diferentes em Consciência e Inteligência, uns de outros, a Sabedoria é outra coisa, matamos uns aos outros, somos piores do que os Canibais (Antropófagos), muitos gostam de comer Carne, Eu Mesmo admito, somos cheios de defeitos, o pior deles é a Agressividade (A Nossa Maldade), que não nos faz Evoluir para uma Consciência maior.

    As Explicações das Estâncias de Dzyan é por assim dizer vasta, fala de Muitos Seres, Guerras, A Queda na Matéria, Anjos, Demônios, Monstros, Feiticeiros (Cientistas ?), Gigantes (Ciclopes), para eu resumir aqui um pouquinho desta visão.

   Explica a Teosofia, o Universo é Dual “Demon Est Deus Inversus”, Positivo / Negativo; Bonito / Feio; Bem / Mal; Macho / Fêmea; Anjos / Demônios , onde em uma Estância é explicada a passagem de Andrógino para a Sexual (Macho / Fêmea), tem um Significado Oculto (Místico) Grande, onde a Humanidade poderia continuar Andrógena!!!, porque Não? Neste ponto começa a Queda na Matéria.

     A Procura do Elo Perdido da Ciência, que está na Matéria Grosseira, que até as Estâncias X e XI que fala de Gigantes e Monstros nos Continentes da Lemúria e Atlântida, estão Perdidos, ainda não são completamente comprovados Afirmativamente pela Ciência.

     Já na Estância XII, onde poderia começar a Nossa História Humana, ainda se encontra envolta de Explicações Misteriosas para um entendimento Afirmativo.

     Penso que para meu entendimento, onde estou escrevendo estas linhas; – Nossa Atual Linhagem que vêm de (Manu Vaivasvata nosso Progenitor há 18.000.000 anos), por assim dizer, vêm de um Ser (que Poderá ser Chamado de Alienígena [Alienígenas do Passado], fazendo experiências com Animais Bípedes, na Matéria grosseira.

  • Que Tem os Nomes de – “SATÃ, SATANÁS, LÚCIFER, SAMYAZA, EA” 

                                               Entre outros nomes.

   Não pretendo aqui nestas páginas mostrar tudo o que está escrito no Livro Vol. I Cosmogênese de HPB, mas sim meus questionamentos e entendimentos a respeito das nossas existências neste pequeno Ponto Azul no Universo.

   Nada existia, só o Vazio, a Escuridão (Noite, Trevas), o Universo, Cosmos, Infinito, sempre existiu e sempre existirá, em suas manifestações periódicas de Começo e Fim, indefinidamente, é o que poderíamos chamar de vários Universos, mas somente existe um Universo que nem conseguimos imaginar corretamente, um Universo Finito em sua Morte de tempos em tempos e Infinito para que possamos conhecer e explorar onde a Mente da Criatura Humana está dando os primeiros passos para compressão da magnitude do Infinito que é Finito, o despertar de Brahma, Deus, Consciência Infinita, Tao, Ponto Único (como gosto de chamar), depois de uma dissolução, é para nós no referido plano que podemos dizer atualmente de Matéria ,um acontecimento inimaginável (Infinito) para concepção de nossa Mente,  as ondas de vidas (Mônadas / Essências), que formou nosso Mundo, mas também muitos outros Mundos existentes no Universo, também moldou outras formas de vida diferentes da nossa, o que compreendo é que certos acontecimentos descritos na Doutrina Secreta de HPB, são explicações referentes ao desenvolvimento de nosso Sistema Planetário, que não pode se revelar como mesmos acontecimentos (Verdades) em todos os Mundos no Universo, já que é relatado em nosso Mundo, suposições de aparecimento de Seres de Formas das mais diversas que poderiam ser imaginadas pela Mente da Criatura Humana. 

   Em verdade, se encararmos o Parabrahman dos hindus como representante das divindades ocultas e inominadas de outras nações, veremos que esse Princípio absoluto é o protótipo do qual foram copiadas todas as demais. Parabrahman não é “Deus”, como não é um Deus. “É o Supremo e o não-Supremo (Parâvara)”. É o Supremo como causa, e o não-Supremo como efeito. Parabrahman é simplesmente, como Realidade sem par, o Cosmos que tudo contém – ou melhor, o Espaço cósmico infinito – no sentido espiritual mais elevado, naturalmente. Sendo Brahman (neutro), a Raiz suprema, imutável, pura, livre, incorruptível, “a verdadeira Existência Una, Paramârthika” e o absoluto ou Chaitanya (Inteligência, Consciência), não pode conhecer, “porque AQUILO não pode ser sujeito de cognição”. Parabrahman, em suma, é a agregação coletiva do Cosmos em sua infinidade, o “AQUILO” e o “ISTO”, a que se não podem aplicar agregados distributivos.” No princípio ISTO era Ele Mesmo, um somente”.

   Parabrahman, a realidade Una, o Absoluto, é o campo da Consciência absoluta, vale dizer, daquela Essência que está fora de toda relação com a existência condicionada, e cuja existência consciente é um símbolo condicionado. Mas, logo que saímos, em pensamento, desta Negação Absoluta (para nós), surge o dualismo no contraste entre o Espírito (ou Consciência) e a Matéria, entre o sujeito e o objeto.

   O Espírito (ou Consciência) e a Matéria devem ser, no entanto, considerados não como realidades independentes, mas como duas facetas ou aspectos do Absoluto (Parabrahman), que constituem a base do ser condicionado, seja subjetivo ou objetivo.

   O Universo Manifestado acha-se, portanto, informado pela dualidade, que vem a ser a essência de sua Existência como manifestação. Mas, assim como os pólos opostos de Sujeito e Objeto, de Espírito e Matéria, não mais que aspectos da Unidade Una, que é a sua síntese, assim também no Universo Manifestado existe “algo” que une o Espírito à Matéria, o Sujeito ao Objeto.

   Esse “algo”, elo misterioso que une o Espírito à Matéria, em suas várias manifestações, o princípio animador que eletriza cada átomo para dar-lhe vida, a energia dinâmica da Ideação Cósmica, é chamado de Fohat.

   Mônada (Essência das Coisas – Ondas de Vida), partículas em seu aspecto grosseiro, que ajuda a formar toda as cadeias planetárias no Universo, desde o Mineral até a Criatura Humana, onde passa por várias fases até retornar ao seu ponto inicial simples, a Essência. a parte imortal do homem que se reencarna dos reinos inferiores e progride gradualmente através deles até o homem e depois até a meta final: o (Nirvâna, Paraíso, Bem Aventurança, Consciência Plena, Paz Interior …), a Mônada é a Centelha divina, ainda que seja una em essência, penetra em todos os planos e regiões do ser e se encarna em todas as formas ao percorrer os arcos ascendente e descendente (evolução e involução). Por este motivo se a designa, segundo o caso, pelos nomes de Mônada Elemental, Mineral, Vegetal, Animal, de um Espírito Planetário etc. Contém em germe ou estado latente os atributos e poderes divinos, poderes que vão se manifestando em virtude das impressões nascidas do contato com objetos do Universo com a Mônada se relaciona.

Pág.280 vol I Cosmogênese.

   Em nosso Globo nascente (Planeta Terra), as coisas sucederam de maneira diferente [?]. A Mônada ou Jiva, como dissemos em Ísis sem Véu, foi precipitada inicialmente, pela Lei de Evolução, na forma mais baixa da matéria: o mineral. Encerrada na pedra (ou no que iria tornar-se mineral e pedra na Quarta Ronda), e depois de um giro sétuplo, daí a Mônada desliza para fora como um líquen, por assim dizer. E, passando através de todas as formas de matéria vegetal, e depois ao que se chama de matéria animal, alcança o ponto em que se deve converter, digamos assim, no germe do animal que se transformará em homem físico.

      Fritjof Capra em o Tao da Física, procura traçar um paralelo entre a Física Moderna e o Misticismo Oriental, ele mesmo escreve em seu Prefácio à segunda Edição, no segundo parágrafo – “O Tao da Física, “sentia mesmo que esse algo estava sendo escrito, não por mim, mas por meu intermédio.” “Os eventos posteriores têm confirmado esses sentimentos.”

      Fritjof Capra – Capítulo: A Unidade de Todas as Coisas – “A característica mais importante da visão oriental do mundo – poder-se-ia mesmo dizer, a essência dessa visão – é a consciência da unidade e da inter-relação de todas as coisas e eventos, a experiência de todos os fenômenos do mundo como manifestações de uma unidade básica. Todas as coisas são encaradas como partes interdependentes e inseparáveis do todo cósmico; em outras palavras, como manifestações diversas da mesma realidade última. As tradições orientais referem-se constantemente a essa realidade última, indivisível, que se manifesta em todas as coisas e da qual todas as coisas são partes componentes. Essa realidade é denominada Brahman no Hinduísmo, Dharmakaya no Budismo, Tao no Taoísmo. A unidade básica do universo não constitui a única característica central da experiência mística; ela é, igualmente, uma das mais importantes revelações da Física Moderna. Essa unidade torna-se evidente no nível do Átomo e se manifesta com crescente intensidade à medida que penetramos mais a fundo na Matéria, rumo ao reino das Partículas Subatômicas. À medida que estudarmos os diversos modelos da Física subatômica, veremos que eles expressam, com frequência, e sob diversa formas, o mesmo insight, segundo o qual os componentes da matéria e os fenômenos básicos que os envolvem acham-se todos interligados, em mútua interação e interdependência; em outras palavras, não podem ser entendidos como entidades isoladas, mas unicamente como partes integrantes do todo. A figura de uma teia cósmica interligada que emerge da Moderna Física atômica tem sido utilizada de forma extensiva no Oriente para expressar a experiência mística da natureza. Para os Hindus, Brahman é o fio unificador da teia cósmica.

   Por uma analogia poderemos verificar que existe alguns pontos no decorrer do nascimento do Cosmos que é descrito na Upanisadas, relação que poderemos procurar unir entre vários deuses e a física moderna de partículas, as tradições orientais referem-se constantemente a essa realidade última, indivisível, que se manifesta em todas as coisas e da qual todas as coisas são partes componentes. Essa realidade é denominada Brahman no hinduísmo, Dharmakaya no Budismo, Tao no Taoísmo.

   Os Vedas formam a base do extenso sistema de escrituras sagradas do hinduísmo, onde os Vedas são divididos em quatro grandes livros, a saber: Rig Veda, Yajur Veda, Sama Veda e Atharva Veda. Os Upanisadas são explicações ou extensões dos quatro Vedas. Eles abordam temas como: meditação, a natureza da alma e a busca pela conexão com o divino, discutem também religião e são considerados pelas escolas do hinduísmo como instruções religiosas. Contêm também transcrições de vários debates espirituais, e 12 (os doze textos fundamentais) de seus 123 livros são considerados básicos por todos os hinduístas.

   Na CosmoGênese e principalmente nos Upanisadas vemos a figura de Brahman como o poder central, o início, o criador do universo – O Ovo Cósmico – Normalmente, é chamado O Ovo do Mundo, é um começo de algum tipo de o universo ou podendo ser algum tipo de ser primordial.

    Nos Upanisadas é descrito que no início dos tempos, as linhagens de Deuses e Seres Celestiais na criação do Universo (Partículas Elementares?), onde também é citado (Mundos – vários Mundos, Superiores e Inferiores), assim como a criação do nosso Mundo e da Humanidade.

“- Qual o rumo deste mundo?”

“- O espaço”, respondeu. “Pois todos esses seres nascem do espaço e se põem no espaço no espaço. Pois o espaço apenas é mais velho que eles: o espaço é seu último destino.

     Este é o mais vasto canto alto, é sem limites. A ele pertence o mais vasto e conquista os mais vastos mundos aquele que venera o mais vasto canto alto sabendo-o assim”

…….

“- Enquanto aqueles dentre seus descendentes conhecerem esse canto alto, mais vasta lhes será a vida neste mundo, bem como o mundo naquele outro mundo”.

   Existe hoje várias teorias da criação do Universo, mas o Big Bang é a teoria ainda mais aceita sobre a criação do Universo e que também faz em muito analogia sobre os Manvantaras e Pralayas (criação e dissolução do Universo).

   Em um espaço muito curto (da ordem 10-35 segundos), e chegar à conclusão de que tudo terminou em 3 minutos. Para isto devemos supor que, há 15 ou 20 bilhões de anos, uma enorme quantidade de energia se encontrava localizada numa esfera inferior a 1cm de diâmetro. Sua rápida expansão criou o Universo que se dilatou e se resfriou uniformemente. A enorme energia liberada se materializou em partículas e antipartículas de igual quantidade. No entanto, na fase de 10-43 a 10-35 segundos, intervalo de tempo ultracurto, porém decisivo, a antimatéria desapareceu, em virtude de um pequeno excesso de matéria. De fato, no curso deste lapso de tempo, as partículas (quarks) e antipartículas (antiquarks) se aniquilaram, dando origem aos fótons.

A íntima quantidade de matéria que sobrou deu origem ao universo em que vivemos.

   No instante t = 10 – 30 segundos, os quarksentram em fusão, dando origem aos prótons e nêutrons. Esta operação foi concluída em t = 10-6 segundos. Neste momento, os quarks despareceram. Os prótons e os nêutrons podiam se transmutar entre si, coexistindo com os elétrons e os fótons. Todavia, depois de t = 1s, esta possibilidade se interrompeu com a queda da temperatura reinante. Os prótons não mais puderam se desintegrar, porém o mesmo não ocorreu com os nêutrons.

   Esta é a razão pela qual existem quatro vezes mais prótons do que neutros, proporção que se mantém até hoje. Dez segundos depois do tempo zero, as primeiras reações de fusão de núcleos tiveram início: os prótons penetraram no núcleo de hélio, e os nêutrons continuaram a se transformar em prótons. No fim de 3 minutos, o fundamental já havia ocorrido.

   Depois de uma longa pausa de 1 milhão de anos, a sopa primordial se tornou morna, e os elétrons começaram a se associar aos prótons para formar os átomos de hidrogênio. Desse momento em diante, as transformações atômicas se tornaram possíveis. Por outro lado, como os elétrons deixaram de circular livremente para se associarem aos prótons, os fótons começaram a circular no espaço: o Universo se tronou transparente.

   Antes que o Universo atingisse a idade de 1 bilhão de anos, a mais fraca das forças de interação, a gravitação, começou a agir. As primeiras galáxias apareceram. Depois de 14 a 19 bilhões de anos, atingimos a era atual.

   Só brahman havia no início. Ele sabia só a si mesmo (âtman): “Sou brahman”. Por isso tornou-se o todo. E, entre os deuses, quem quer que o percebeu tornou-se o todo. Nem sequer os deuses podem impedi-lo, pois ele se torna a si desses deuses. Isto aqui no início era só brahman, uno. Ele sendo uno, ainda não se desdobrara. Ele é o imortal, ele é brahman, ele é o todo.

Agora, a linhagem. Pautimãsya [recebeu] de Gaupavana; Gaupavana, de Pautimãsya; Pautimãsya, de Gaupavana; Gaupavana, de Kausika; Kausika, de Kaundinya, de Sandilya; Sandilya, de Kausika e Gautama; Gautama, de Agnivesya; Agnivesya, de Sandilya e Anabhimlãta; Anabhimlãta, de Anabhimlãta; Anabhimlãta, de Gautama; Gautama, de Saitava e Pracinayogya; saitava e Pracinayogya, de Parãsarya; …….

   São muitos nomes, não é meu intuito escrever todos, mas apenas o início para um entendimento e esclarecimento melhor, todos esses nomes se encontram no Upanisadas, o que podemos perceber, que na linhagem eles se interagem uns com os outros, em praticamente um movimento de ida e volta.

  • Brahman
  • Ovo Cósmico
  • Big Bang
  • Ponto Único
  • Deus ……

Prezado Leitor.

      A interpretação e o entendimento serão dados a cada pessoa que ler a Antropogênese assim como também Sabedoria Eterna (um pequeno resumo) totalmente, podendo o entendimento ser visto até mesmo como uma ajuda de seres Alienígenas vindos de outros Mundos do Universo,  os autores como Erich von Däniken e o Ufólogo Desmond Leslie baseou-se nesses escritos onde cada um dos autores também tirou suas conclusões, as Estâncias de Dzyan ou O Livro da Meditação Mística vêm por ela explicar a criação de nosso Mundo e da Criatura Humana.

  • A evolução simultânea de sete grupos humanos em sete locais diferentes do nosso globo; (b) o nascimento do corpo astral, antes do corpo físico; (c) que o homem, nesta ronda (quarta), precedeu a todos os mamíferos – inclusive os antropoides – no reino animal.

    …. “Os ensinamentos Secretos nos mostram os Progenitores divinos criando homens em sete partes do globo, “cada qual em seu lote”, isto é, cada qual uma raça de homens externa e internamente diferente, e em zonas distintas.” ….

    …. Eles se desprenderam de suas “sombras” ou corpos astrais – se é que se pode dizer que um ser tão etéreo quanto um “Espírito lunar” possui um corpo astral, além de outro quase intangível.

     Houve uma evolução, uma evolução psíquica, uma evolução intelectual e uma evolução animal, do mais elevado ao mais baixo, assim como um desenvolvimento físico – do simples e homogêneo ao mais complexo e heterogêneo; sem que isso, porém, tenha ocorrido segundo as linhas traçadas pelos evolucionistas modernos. Essa dupla evolução, em dois sentidos contrários, exigiu várias eras, de natureza e graus diversos de espiritualidade e intelectualidade, para construir o ser agora conhecido como homem.

     … -, essa lei, dizemos, emprega, para tais objetivos, Seres pertencentes a outros planos mais elevados, homens ou Mentes (Manus), conforme as suas exigências Cármicas. ….

      …. Os homens da primeira raça foram, pois, simplesmente as imagens, os duplos astrais de seus Pais, que eram os vanguardeiros ou as Entidades mais avançadas de uma esfera anterior, mas inferior, cujo cascão é hoje a nossa Lua. ….

      …. A separação dos sexos deu-se na Terceira Sub-Raça da Terceira Raça-Raiz. De assexual que era a princípio, a Humanidade passou a hermafrodita ou bissexual, e finalmente o ovo humano começou a dar origem, de modo gradual e quase imperceptível em seu processo evolutivo, primeiro a seres nos quais predominava um dos dois sexos e, por último, a homens e mulheres completamente diferenciados. ….

     …. Até a Quarta Ronda, e mesmo até a segunda parte da Terceira Raça da presente Ronda, o Homem (se é que se pode dar esse nome, suscetível de induzir em erro, às formas sempre cambiantes que revestiram as Mônadas nas três primeiras Rondas, nas duas primeiras raças e até o meio da Terceira Raça da Ronda atual) não passa ainda, intelectualmente, de um animal.

     …. Os vertebrados e, depois, os mamíferos. Anteriormente, os animais eram também proto-organismos etéreos, tal como era o homem.

     …. naqueles tempos os homens eram diferentes – “inclusive fisiologicamente”  do que são hoje.

     …. O Ocultismo repudia, portanto, a ideia de que a Natureza houvesse feito surgir o homem por descendência do Macaco ou de antepassado comum a ambos; mas afirma que, pelo contrário, algumas das espécies mais antropoides provieram do homem [Obs: Homem = alienígenas?] ….

    …. Os Animais – os que se arrastam e os que vivem nas águas e precederam ao homem, …. e até mesmo os mamíferos – são todos, fisicamente, e de maneira direta ou indireta, o produto mútuo e correlativo do homem [Obs: Homem = alienígenas?]….

       Na Gênese Espírita, encontramos alguns pontos de semelhança com a Antropogênese de HPB, onde procura seguir os mesmos caminhos de desenvolvimento do nosso Globo e da nossa existência.

      “O corpo é, pois, simultaneamente, o envoltório e o instrumento do Espírito e, à medida que este adquire novas aptidões, reveste outro invólucro apropriado ao novo gênero de trabalho que lhe cabe executar.”

      “Antes que existisse a terra, mundos sem conta haviam sucedido a mundos e, quando a Terra saiu do caos dos elementos, o espaço estava povoado de seres espirituais em todos os graus de adiantamento, desde os que surgiam para a vida até os que, desde toda a eternidade, haviam tomado lugar entre os puros Espíritos, vulgarmente chamados anjos.”

      “Ora, como em todos os tempos houve mundos e esses mundos deram nascimentos a corpos organizados próprios a receber Espíritos, em todos os tempos os Espíritos, qualquer que fosse o grau de adiantamento que houvessem alcançado, encontraram os elementos necessários à sua vida carnal.”

      “Quando, em um mundo, os Espíritos hão realizado a soma de progresso que o estado desse mundo comporta, deixam-no para encarnar em outro mais adiantado, onde adquiram novos conhecimentos e assim por diante, até que, não lhes sendo mais de proveito algum a encarnação em corpos materiais, passam a viver exclusivamente da vida espiritual, na qual continuam a progredir, mas noutro sentido e por outros meios.”

      “Bem pode dar-se que corpos de macaco tenham servido de vestidura aos primeiros Espíritos humanos, forçosamente pouco adiantados, que viessem encarnar na Terra, sendo essa vestidura mais apropriada às suas necessidades e mais adequadas ao exercício de suas faculdades, do que o corpo de qualquer outro animal.”

      “Na opinião de alguns filósofos espiritualistas, o princípio inteligente, distinto do princípio material, se individualiza e elabora, passando pelos diversos graus da animalidade.”

      “Tomando-se a humanidade no grau mais ínfimo da escala espiritual, como se encontra entre os mais atrasados selvagens, perguntar-se-á se é aí o ponto inicial da alma humana.”

  • Energia = Matéria
  • Espírito = Corpo
  • Mente = Cérebro
  • Partícula = Átomo
  • Nós = Energia / Matéria; Espírito / Corpo; Mente / Cérebro; Partícula / Átomo.

   O Universo é Contínuo, Cíclico, Infinito, é também Dualista (Bem e Mal; Matéria e Espírito; Mente e Corpo), tem em sua existência, Seres Bons e Seres Ruins, como é citado na Teosofia e Upanisadas – Exemplos: Anjos e Demônios; Homens e Monstros; onde ficaremos no fim do Universo (Pralaya – repouso Cósmico), todos adormecidos na Massa de Energia Vital.

   No Repouso do Universo, ficamos todos Hibernando, igual a certos animais no período de Inverno, ficamos descansando, até um novo despertar (Manvantara).

   Sempre existimos (em Energia Vital), e sempre iremos existir, todos nós, fomos moldados, cada um, há um número Infinitesimal da existência.

   Somos os Próprios Deuses ! Com Vários Nomes, e ficamos para Lá e para Cá, no Universo, Vida e Morte !

   Na Presente Existência, nos encontramos, todos nós, na Terra.

   Somos os Construtores ! Engenheiros, Arquitetos, Físicos, Matemáticos, Músicos, Médicos, também existe os Limpadores, os Altruístas, os Espiritualistas e outros na forma Humana também, cada um com a sua Essência Espiritual.

   Ajudamos a Construir os Planetas, também com Ajuda de outros Seres Existenciais.

   A Nossa Existência no Planeta Terra, se deve a Experiências, de Seres cuja existência antes da Nossa, Bem Lá no Início do Nascimento do Universo, com outras Aparências, Criaram a Humanidade, com a passagem de Várias Reencarnações para este Planeta, vindos de outros Mundos.

   Aqui, nós nos encontramos, Nascemos, Vivemos e Morremos, retornando, para nossos Mundos ou para este Mundo, para aprendizado e ou descanso.

   No Final do Universo, retornaremos para mais um Repouso, aguardando mais um Nascimento, neste Infinito Ciclo ∞. 

  • Uma Pequena demonstração pode ser vista no gráfico abaixo, para um melhor entendimento e esclarecimento.

Nome patronímico, equivalente a “Filho de Vivaswat” (o sol). Nome do sétimo Manu, antecessor da raça pós-diluviana, ou seja, a nossa própria humanidade (a quinta).

O Ensinamento Esotérico menciona três grandes divisões a saber: a AMARELA-VERMELHA, a NEGRA e a BRANCA-ESCURA. As Raças arianas, por exemplo, que hoje variam desde o moreno carregado, quase negro, e do amarelo-escuro-vermelho, até a cor creme mais pálida, não deixam por isso de pertencer todas ao mesmo tronco, a Quinta Raça-Raiz e descender de um só Progenitor, que no exoterismo hindu tem o nome genérico de Manu Vaivasvata. Este último, não devemos esquecer, é aquele Personagem Genérico, o Sábio, que se diz ter vivido há uns 18.000.000 de anos. (Vol III p.268)

Não se nega que o homem fosse, na Ronda precedente, uma criatura gigantesca, semelhante a um símio; e, em vez de dizer “homem”, talvez devêssemos dizer o molde grosseiro que se estava desenvolvendo para uso do homem nesta Ronda somente (cujo ponto médio ou de transição estamos apenas atingindo). Nas duas Raças-Raízes e na primeira metade da Terceira, o homem não era o que hoje é. O ponto médio, já o dissemos, só foi por ele alcançado há 18.000.000 de anos no período Secundário, consoante o nosso ponto de vista. (Vol III p.279)

Satã: “Satã é o Deus do nosso planeta, e o Deus único”, e isto sem nenhuma alusão metafórica à sua maldade e depravação. Pois ele é uno com o Logos. (Vol III p.253)

Tinham razão os gnósticos quando ao Deus dos Judeus chamavam um “Anjo de Matéria”, ou aquele que insufla a vida (consciente) em Adão, e cujo Planeta é Saturno.

Na Antropogonia este “cinturão” é o corpo humano com os seus dois princípios inferiores. (Vol III p.253)

“Em sua ambição (Satã) levantou a mão contra o Santuário do Deus do Céu, etc.” devem ser lidas assim: Sob o impulso da Lei da Evolução e do Carma, o Anjo se encarna no Homem sobre a Terra; e como a sua Sabedoria e o seu Conhecimento são ainda divinos, ainda que o corpo seja terrestre, é ele acusado (alegoricamente) de divulgar os Mistérios do Céu. E ele usa aqueles dois com o objetivo da procriação humana, em lugar da super-humana. A partir de então o “Homem engendrará, não criará”. (Vol III p.301)

Não querendo confundir o entendimento do Leitor, irei escrever um resumo da Doutrina Espírita, que coloca Satã como somente uma personificação alegórica do Mal e um resumo de todas as más paixões dos Espíritos Imperfeitos.

No Livro dos Espíritos é interessante notar a existência de uma Escala Espírita, que por Analogia segue as mesmas características de vários tipos de Seres existentes no Universo.

  • Origem e natureza dos Espíritos; Mundo normal primitivo; Diferentes ordens de Espíritos; – depois desses textos, vem a Escala Espírita:
  • Terceira Ordem – Espíritos Imperfeitos; Segunda Ordem – Bons Espíritos; Primeira Ordem – Espíritos Puros; Temos a Progressão dos Espíritos e Anjos e Demônios.

Os Homens (Criatura Humana) fizeram com os demônios o que fizeram com os anjos. Como acreditaram na existência de seres perfeitos desse toda a eternidade, tomaram os Espíritos inferiores por seres perpetuamente maus. Por demônios se devem entender os Espíritos impuros, que muitas vezes não valem mais do que as entidades designadas por esse nome, mas com a diferença de ser transitório o estado deles. São Espíritos imperfeitos, que se rebelam contra as provas que lhes tocam e que, por isso, as sofrem mais longamente … (Livro dos Espíritos p.147)

Demais, o “antepassado do animal antropoide de nossos dias, o macaco, é o produto direto do homem ainda não provido de mente, que profanou a dignidade humana ao situar-se fisicamente no mesmo nível do animal. (Vol III p.204)

Prezado Leitor.

      Não sou Neurocientista, Psicólogo e nem Antropólogo, mas quis colocar este assunto sobre o Cérebro Trino antes do capítulo da Agressividade, para se ter os primeiros contatos de algumas funções de partes do cérebro que estão ligadas a Agressividade.

     Nosso Cérebro é complexo, a Mente Humana mais ainda, uma coisa é a Personalidade de cada um, que foi desenvolvida durante a vida da pessoa, outra coisa, falando mais profundamente é a sua Essência, que também se perpetuou durante suas Reencarnações.

     Existindo a palavra “Malícia”, que está ligada a inclinação para se fazer o mal, onde é encontrada no cotidiano de cada pessoa, tem um sentido mais Metafísico, onde se poderia parar para se ter uma reflexão, de onde vêm a “Malícia”, como ela surgiu, na Criatura Humana.

      Há 55 milhões de anos, no Período Eocênico, havia uma grande proliferação de primatas, tanto arbóreos quanto terrestres, e a evolução de uma linhagem de descendência que finalmente levou ao homem. O Proconsul1 era quadrúpede e arbóreo, provável ancestral dos grandes macacos modernos e possivelmente também do Homo sapiens.

1 – Na paleontologia, o Proconsul é considerado um dos fósseis mais importantes para compreender a evolução dos hominídeos. Ele representa o período de transição em que os macacos do Velho Mundo e os grandes símios (incluindo os humanos) divergiram de um ancestral comum. Viveu há cerca de 23 a 14 milhões de anos (Mioceno), habitando florestas tropicais e áreas arborizadas na região do leste da África (atuais: Quênia e Uganda).

      Apesar da intrigante localização das funções no modelo trino do cérebro, é, repito, excesso de simplificação insistir na perfeita separação das funções. O comportamento humano, ritual e emocional, é por certo influenciado intensamente pelo raciocínio abstrato neocortical; demonstrações analíticas da validade de crenças puramente religiosas têm sido propostas e existem justificativas filosóficas para o comportamento hierárquico.

      Não obstante, levando isso em conta, parece útil como primeira abordagem considerar que os aspectos rituais e hierárquicos de nossas vidas são intensamente influenciados pelo complexo-R e compartilhados com nossos antepassados répteis; que os aspectos altruísticos, emocionais e religiosos de nossas vidas se localizam em grande parte no sistema límbico e são compartilhados com nossos antepassados mamíferos não-primatas (e talvez as aves); e que a razão é uma função do neocórtex, compartilhada até certo ponto com os primatas superiores e os cetáceos, como golfinhos e baleias, o ritual, a emoção e o raciocínio constituem aspectos importantes da natureza humana, a única característica quase que exclusivamente humana é a capacidade de associar abstratamente e raciocinar.

     Carl Sagan – Os Dragões do Éden – “O cérebro humano, sustenta MacLean, compreende três computadores biológicos interligados”, cada um com sua própria inteligência especial, sua própria subjetividade, seu próprio sentido de tempo e espaço, sua própria memória, suas funções motoras e outras. Cada cérebro corresponde a uma etapa evolutiva importante separada. MacLean distinguiu três espécies de regentes do chassi neural. O mais arcaico deles circunda o mesencéfalo. Compartilhamos isso com outros mamíferos e répteis. MacLean o denominou complexo reptiliano ou complexo-R. Circundando o complexo-R encontra-se o sistema límbico, assim chamado porque se limita com o cérebro subjacente. Temos o sistema límbico em comum com os outros mamíferos, mas o mesmo não ocorre, em sua elaboração total, com os répteis. Finalmente, envolvendo o restante do cérebro, e evidentemente a aquisição mais recente, temos o neocórtex. Os seres humanos possuem um neocórtex relativamente maciço.

      Ernst Haeckel, sustentava que em seu desenvolvimento embriológico, qualquer animal tende a repetir ou recapitular a sequência que seus ancestrais seguiram durante a evolução. E, realmente, no desenvolvimento humano intra-uterino, percorremos etapas muito semelhantes aos peixes, répteis e mamíferos não-primatas antes de nos tornarmos seres reconhecidamente humanos.

  1. O Complexo-R – MacLean demonstrou que o complexo-R desempenha importante papel no comportamento agressivo, na demarcação territorial, no ritual e no estabelecimento da hierarquia social. Afora eventuais e honrosas exceções, parece-me que isso caracteriza sobremaneira o comportamento humano moderno do ponto de vista burocrático e político.
  2. O Sistema Límbico – Existe uma pequena inclusão no sistema límbico, em forma de amêndoa, denominada amígdala, que está profundamente implicada tanto na agressividade quanto no medo. O mau funcionamento do sistema límbico pode produzir a ira, o medo ou um acesso de sentimentalismo sem razão aparente. A hiperestimulação natural é capaz de produzir os mesmos resultados: os que sofrem de tal moléstia consideram inexplicáveis e inadequados os seus sentimentos; podem ser tomados por loucos.
  3. O Neocórtex – Costuma ser considerado em termos de quatro regiões principais ou lobos, a saber: o frontal, o parietal, o temporal e o occipital. Cada um tem certamente muitas funções diferentes, e algumas delas podem ser compartilhadas entre os lobos. Entre outras funções, os lobos frontais parecem estar ligados à deliberação e à regulação da ação; os lobos parietais, à percepção espacial e ao intercâmbio de informação entre o cérebro e o restante do corpo; os lobos temporais, a uma variedade de tarefas perceptivas complexas; e os lobos occipitais, à visão, sentido predominante nos seres humanos e em outros primatas.

       É inerente a Criatura Humana a “Malícia”, essa inclinação utilizada no dia a dia de todas as pessoas, a Maldade existe no contexto da Criatura Humana em um Universo Dualista.

      Não pretendo falar sobre os estudos feitos pelos autores, mas sim focar apenas nas partes referentes a agressão, é esta parte do nosso comportamento que ainda não conseguimos controlar.

     Que o homem é uma criatura agressiva é algo difícil de contestar. (A Agressividade Humana p.9)

     O trágico paradoxo é este: as mesmas qualidades que conduziram a humanidade ao extraordinário sucesso são também as que provavelmente causarão a sua destruição. O ímpeto implacável do ser humano de subjugar ou destruir qualquer aparente obstáculo em seu caminho não para nem quando sua ação atinge seus semelhantes, e, uma vez que ele detém armas com poder de destruição sem paralelo, não possuindo aparentemente os mecanismos internos que evitam que animais matem outros da mesma espécie, não é impensável a possibilidade de que ainda se chegue à total eliminação do Homo sapiens. (p13)

     Praticamente desde o início do século XX, psicanalistas e psicoterapeutas de todas as escolas foram aumentando seu grau de preocupação com a agressividade; no entanto, não se pode dizer que os resultados de seus questionamentos e especulações foram totalmente felizes, apesar da grande importância da contribuição deles para nosso pensamento em relação ao tema. (p.18)

     Ou, explicando de maneira ainda mais óbvia: nossa espécie tem problemas com a violência. Dispomos dos meios para criar milhares de cogumelos atômicos; chuveiros e sistemas de ventilação de metrôs já disseminaram gases venenosos, cartas levaram anthrax, aviões de passageiros foram transformados em armas; estupros em massa podem constituir uma estratégia militar; bombas explodem em mercados, crianças com armas massacram outras crianças; existem bairros onde todo mundo, dos entregadores de pizza aos bombeiros, teme por sua segurança. E há as formas mais sutis de violência: digamos, uma infância de abusos, ou as consequências para uma população minoritária quando os símbolos da maioria exalam dominação e ameaça. Estamos sempre à sombra do perigo de ter outros seres humanos nos machucando. (Comporte-se p.10): b) isso ocorre com mais rapidez em indivíduos já predispostos a ser agressivos. (p.132)

     O segundo é entender os seres humanos como hominoideos, como primatas, como mamíferos. É isso mesmo: somos um tipo de animal. E será um desafio quando somos como qualquer outro animal e quando somos de todos diferentes. E, quando se trata de violência, podemos agir da mesma forma que outros grandes primatas: golpeamos, apedrejamos e matamos com nossas próprias mãos. (Comporte-se p.17)

     Podemos ser passivos-agressivos, condenar com um elogio débil, interromper com desdém, expressar desprezo com uma preocupação condescendente. Todas as espécies são únicas, mas nós somos únicos de formas bastante únicas.

      Um Símio pelado que a si próprio se cognominou Homo sapiens.

      O Zoólogo Desmond Morris em seu Livro o Macaco nu, analisa o comportamento da criatura humana do ponto de vista animal.

      A nossa espécie está atualmente tão preocupada com a violência e com a destruição em massa, que somos capazes de perder a objetividade ao discutir esse assunto. É um fato comprovado que os intelectuais mais sensatos se tornam muitas vezes violentamente agressivos quando discutem a necessidade urgente de suprimir a agressão.

      Já sabemos que a agressividade incontrolável aumentará dramaticamente se a população humana continuar a aumentar segundo as aterradoras proporções atuais. Isso já foi devidamente demonstrado em experiências de laboratório. A aglomeração excessiva produzirá uma tal agitação social, que acabará por despedaçar as nossas organizações comunitárias muito antes de morrermos de fome. A aglomeração excessiva agirá diretamente contra qualquer progresso de controle intelectual e aumentará de uma maneira bárbara as possibilidades de explosão emocional.

      “Resta a questão da agressão contra o domínio da hierarquia social.”

O indivíduo, tal como os locais que frequenta, também tem de ser defendido. A sua posição social tem de ser mantida e melhorada o quanto possível, mas com todas as cautelas, para não prejudicar os contatos cooperativos. É nesse caso que entram em jogo todos os engenhosos sinais agressivos e submissos a que atrás nos referimos. A cooperação de grupo exige e recebe um grande conformismo de vestuário e de comportamento, embora esse conformismo permita ainda muita competição hierárquica. Essas exigências competitivas chegam a atingir um nível de astúcia quase inacreditável. As pequenas diferenças de vestuário e de atitudes são completamente ridículas, mas adquirem importância decisiva em relação ao jogo de conquistar e manter uma posição dentro da hierarquia dominante.

     Claro que não evoluímos para viver em monstruosas aglomerações de milhares de indivíduos. O nosso comportamento foi concebido para agirmos em pequenos grupos tribais, provavelmente com menos de cem indivíduos. Nas compactas comunidade citadinas, a situação é muito tensa. O cidadão tem diariamente de enfrentar um cem número de estranhos, coisa de que as outras espécies primatas nunca ouviram falar. É possível estabelecer relações hierárquicas pessoais com todos eles, embora seja essa a tendência natural. Em vez disso, cada um continua a andar de um lado para outro, sem chegar a dominar ou a ser dominado. Para facilitar essa falta de contato social, desenvolveram-se tipos de comportamento que evitam o contato. Evitando cuidadosamente encarar os outros, gesticulando uns para os outros, emitindo variadíssimas espécies de sinais, ou mantendo contatos físicos corporais, conseguimos manter-nos numa situação social que de outro modo seria impossível, dada a enorme sobreposição de estímulos. Se se rompe a regra de evitar contatos, apressamo-nos a pedir desculpa, para não deixar dúvidas de que se tratou de acidente.

      O comportamento anticontato permite-nos manter o número das pessoas conhecidas dentro dos limites apropriados para a nossa espécie. Nesse aspecto, agimos com coerência e uniformidade notáveis. Por outras palavras, até os nossos encontros sociais obedecem às regras biológicas dos nossos remotos antepassados. “Claro que se encontrarão exceções a essa regra – pessoas com defeitos de comportamento, pessoas com problemas psicológicos, pessoas encarregadas de grande número de contatos (profissionalmente).

      Mas todos exercem seus negócios, integrados no que parece uma enorme e agitada massa de corpos, mas que, na realidade, constitui uma série incrivelmente complicada de grupos tribais que se entrelaçam e sobrepõem. No fundo, o Macaco Pelado mudou muitíssimo pouco desde os seus princípios mais remotos.

     Prezado Leitor, Seres de Luz ou Iluminados ou de Sabedoria, para mim, só existiram 3 exemplos, no meu entendimento, foram as Reencarnações de um mesmo Ser, irei tirar da Internet (Wikipédia), explicações de suas passagens pelo nosso Mundo, de onde farei pequenos resumos de cada um.

1 – Sidarta Gautama (Buda) – foi um príncipe de uma região no sul do atual Nepal que, tendo renunciado ao trono, se dedicou à busca da erradicação das causas do sofrimento humano e de todos os seres, e desta forma encontrou um caminho até ao “despertar” ou “iluminação”, após o que se tornou mestre ou professor espiritual, fundando o budismo.

2 – Jesus, também chamado Jesus de Nazaré (n. 7–2 a.C. – m. 30–33 d.C.), foi um pregador e líder religioso judeu do primeiro século. É a figura central do cristianismo e aquele que os ensinamentos de maior parte das denominações cristãs, além dos judeus messiânicos, consideram ser o Filho de Deus. O cristianismo e o judaísmo messiânico consideram Jesus como o Messias aguardado no Antigo Testamento e referem-se a ele como Jesus Cristo, um nome também usado fora do contexto cristão. Quase todas as linhas cristãs acreditam que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem, praticou milagres, fundou a Igreja, morreu crucificado como forma de expiação, ressuscitou dos mortos e ascendeu ao Céu, do qual regressará. A grande maioria dos cristãos adoram Jesus como a encarnação de Deus, o Filho, a segunda das três pessoas na Santíssima Trindade. Alguns grupos cristãos rejeitam a Trindade, no todo ou em parte.

3 – Jiddu Krishnamurti (Madanapalle, 11 de maio de 1895 — Ojai, 17 de fevereiro de 1986) foi um filósofo, escritor, orador e educador indiano. Proferiu discursos que envolveram temas como revolução psicológica, meditação, conhecimento, liberdade, relações humanas, a natureza da mente, a origem do pensamento e a realização de mudanças positivas na sociedade global. Constantemente ressaltou a necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano e enfatizou que tal revolução não poderia ser levada a cabo por nenhuma entidade externa seja religiosa, política ou social. Uma revolução que só poderia ocorrer através do autoconhecimento; bem como da prática correta da meditação ao homem liberto de toda e qualquer forma de autoridade psicológica.

     Inteligência não vêm com a Clareza, devemos utilizar a Inteligência para se atingir a Sabedoria (Iluminação). (Autor)

     Existiu e Existe Seres Inteligentes de extrema capacidade Intelectual que ajudou e ajuda no Desenvolvimento de Nosso Mundo, irei mencionar alguns desses Seres, mesmo porque são muitos dentro do vasto mundo do conhecimento Humano, temos a Física, Matemática, Astronomia, Engenharias, Medicina, podemos mencionar também outros segmentos do conhecimento, como Artes, Música, Pintura e Esculturas, e outros que fazem parte do Mundo Oculto, como a Teosofia e o Espiritismo e a Filosofia, são muitos Seres Inteligentes para se falar de todos eles, teria que escrever uma vasta Enciclopédia, irei tirar da Internet (Wikipédia), explicações de suas passagens pelo nosso Mundo, de onde farei pequenos resumos de cada um.

1 – Albert Einstein (14 de março de 1879 – Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa–energia, E = mc² — que foi chamada de “a equação mais famosa do mundo” —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 “por suas contribuições à física teórica” e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica.

2 – Sir Isaac Newton (4 de janeiro de 1643 – 20 de março de 1727) foi um matemático, físico, astrônomo, alquimista, teólogo e escritor britânico (descrito em seus dias como um “filósofo natural”) amplamente reconhecido como um dos cientistas mais influentes de todos os tempos e como uma figura-chave na Revolução Científica. Seu livro Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural), publicado pela primeira vez em 1687, lançou as bases da mecânica clássica. Newton também fez contribuições seminais à óptica e compartilha crédito com Gottfried Wilhelm Leibniz pelo desenvolvimento do cálculo infinitesimal.

Em Principia, Newton formulou as leis do movimento e da gravitação universal, que criaram o ponto de vista científico dominante até serem refinadas pela teoria da relatividade de Albert Einstein. Usou sua descrição matemática da gravidade para provar as leis de movimento planetário de Kepler, explicar as marés, as trajetórias dos cometas, a precessão dos equinócios e outros fenômenos, consolidando a descrição heliocêntrica do Sistema Solar. Demonstrou que o movimento dos objetos na Terra e nos corpos celestes poderia ser explicado pelos mesmos princípios. A inferência de Newton de que a Terra é um esferoide oblato foi posteriormente confirmada pelas medidas geodésicas de Maupertuis, La Condamine e outros, convencendo a maioria dos cientistas europeus da superioridade da mecânica newtoniana em relação aos sistemas anteriores.

3 – Carl Edward Sagan (Nova Iorque, 9 de novembro de 1934 — Seattle, 20 de dezembro de 1996) foi um cientista planetário, astrônomo, astrobiólogo, astrofísico, escritor, divulgador científico e ativista norte-americano. Sagan é autor de mais de 600 publicações científicas e também de mais de vinte livros de ciência e ficção científica.

Foi durante a vida um grande defensor do ceticismo e do uso do método científico. Promoveu a busca por inteligência extraterrestre através do projeto SETI e instituiu o envio de mensagens a bordo de sondas espaciais, destinadas a informar possíveis civilizações extraterrestres sobre a existência humana. Mediante suas observações da atmosfera de Vênus, foi um dos primeiros cientistas a estudar o efeito estufa em escala planetária. Também fundou a organização não governamental Sociedade Planetária e foi pioneiro no ramo da exobiologia. Sagan passou grande parte da carreira como professor da Universidade Cornell, onde foi diretor do laboratório de estudos planetários. Em 1960 obteve o título de doutor pela Universidade de Chicago.

4 – Marcelo Gleiser (Rio de Janeiro, 19 de março de 1959) é um físico, astrônomo, professor, escritor e roteirista brasileiro. É pesquisador e professor da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos. É membro e ex-conselheiro geral da American Physical Society. Conhecido nos Estados Unidos por suas aulas e pesquisas científicas, no Brasil é mais popular por suas colunas de divulgação científica no jornal Folha de S.Paulo. Escreveu oito livros e publicou três coletâneas de artigos. Participou de programas de televisão dos Estados Unidos, da Inglaterra e do Brasil, entre eles, Fantástico. Marcelo recebeu o Prêmio Jabuti em 1998, pelo livro A Dança do Universo, e em 2002 por O Fim da Terra e do Céu. Em 2007, foi eleito membro da Academia Brasileira de Filosofia. Em março de 2019, tornou-se o primeiro latino-americano a ser contemplado com o Prêmio Templeton, tido informalmente como o “Nobel da espiritualidade”.

5 – Fritjof Capra (Viena, Áustria, 1 de fevereiro de 1939) é um físico teórico e escritor que desenvolve trabalho na promoção da educação ecológica. Capra recebeu, em 1966, seu doutorado em física teórica, pela Universidade de Viena, e tem dado palestras e escrito extensamente sobre as aplicações filosóficas da nova ciência. Atualmente, vive com a esposa e a filha em Berkeley, Califórnia, onde é o diretor do centro de educação ecológica. Capra tornou-se mundialmente famoso com seu O Tao da física, traduzido para vários idiomas. Nele, traça um paralelo entre a física moderna (relatividade, física quântica, física das partículas) e as filosofias e pensamentos orientais tradicionais, como o taoísta de Lao Tsé, o Budismo (incluindo o Zen) e o Hinduísmo. Surgido nos anos 70, O Tao da física busca os pontos comuns entre as abordagens oriental e ocidental da realidade. O livro é considerado como um dos responsáveis pelo surgimento da pseudociência conhecida como misticismo quântico moderno. Outro livro seu tornou-se referência para o pensamento sistêmico: O Ponto de Mutação, cujo nome foi extraído de um hexagrama do I Ching. Nele, Capra compara o pensamento cartesiano, reducionista, modelo para o método científico desenvolvido nos últimos séculos, e o paradigma emergente do século XX, holista ou sistêmico (que vê o todo como indissociável, de modo que o estudo das partes não permite conhecer o funcionamento do organismo), em vários campos da cultura ocidental atual, como a medicina, a biologia, a psicologia e a economia.

6 – Elena Petrovna Blavátskaya (Império Russo, atualmente na Ucrânia, 30 de julho – 1831 — Londres, 8 de maio de 1891), mais conhecida como Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky, foi uma prolífica escritora russa, responsável pela sistematização da moderna Teosofia e cofundadora da Sociedade Teosófica. Personalidade complexa, dinâmica e independente, desde pequena Helena Blavatsky mostrou possuir um caráter forte e dons psíquicos incomuns, e logo em torno dela se formou um folclore doméstico. Imediatamente após um casamento frustrado, deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico, e nesse intervalo alegou ter passado por inúmeras experiências fantásticas, entrado em contato com vários mestres de sabedoria ou mahatmas e deles recebido na condição de discípula um treinamento especial para desenvolver seus dons paranormais de forma controlada, a fim de que pudesse servi-los como instrumento para a instrução do mundo ocidental. A partir de 1873 iniciou sua carreira pública nos Estados Unidos, e em pouco tempo se tornou uma figura tão celebrada quanto polêmica. Exibiu seus dons psíquicos para grande número de pessoas, deslumbrando a muitos e despertando o ceticismo em outros, que não raro a acusaram de fraude, muitas vezes com boas evidências. Entretanto, em muitos outros casos suas habilidades pareceram autênticas. A controvérsia a acompanhou por todo o resto de sua vida e ainda hoje está acesa. Nos Estados Unidos estabeleceu uma duradoura aliança de trabalho e companheirismo com Henry Olcott, com quem fundou a Sociedade Teosófica, e em 1877, Blavatsky publicou sua primeira obra importante, Ísis sem Véu, já tendo escrito antes inúmeros artigos. Pouco depois ela e Olcott transferiram a sede da Sociedade para a Índia, e passaram a viver lá, até que um incidente, o Caso Coulomb, abalou gravemente sua reputação internacional, quando foi declarada culpada de fraude num relatório publicado pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres. Voltou então para a Europa, onde continuou escrevendo e divulgando a Teosofia. Seus anos finais foram difíceis, estava frequentemente adoentada e envolvida em discussões públicas, tinha de administrar a Sociedade que fundara e que crescia rapidamente, e a quantidade de trabalho que se impunha era enorme. Mesmo assim pôde concluir seu livro mais importante, A Doutrina Secreta, uma síntese de História, Ciência, Religião e Filosofia, e deixar outras obras de relevo, além de profusa correspondência e grande coleção de artigos e ensaios.

7 – Srinivāsa Aiyangār Rāmānujan (Erode, 22 de dezembro de 1887 — Kumbakonam, 26 de abril de 1920) foi um matemático indiano. Sem qualquer formação acadêmica, deu contributos importantes para as áreas da análise matemática, teoria dos números, séries infinitas, frações continuadas, entre outros ramos da matemática, incluindo problemas considerados insolúveis. Isolado, em busca de emprego, começou a rascunhar suas primeiras fórmulas, procurando por matemáticos em sua cidade que pudessem avaliar seus cálculos. Sem conseguir ajuda, passou a escrever cartas para matemáticos fora da Índia que pudessem compreender seu trabalho, até que em 1913, o professor G. H. Hardy, da Universidade de Cambridge recebeu uma carta sua com exemplos do seu trabalho. Reconhecendo a genialidade do jovem indiano, Hardy conseguiu levá-lo para Cambridge, onde se deparou com teoremas e equações que superaram Hardy e seus colegas. Mesmo tendo vivido tão pouco, Ramanujan compilou de maneira independente cerca de 3 900 resultados de equações e identidades matemáticas. Muitas delas eram completamente novas e originais para a época, com resultados fora do comum, como o primo de Ramanujan, a função teta de Ramanujan e a soma de Ramanujan, que abriram áreas completamente novas para a matemática e inspirou uma vasta área de pesquisa. Praticamente todas as suas afirmações se provaram corretas.

8 – Stephen William Hawking  (Oxford, 8 de janeiro de 1942 – Cambridge, 14 de março de 2018) foi um físico teórico, cosmólogo e autor britânico, reconhecido por sua contribuição à ciência, sendo um dos mais renomados cientistas do século. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano emérito na Universidade de Cambridge, um posto que foi ocupado por Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage. Foi, pouco antes de morrer, diretor de pesquisa do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica (DAMTP) e fundador do Centro de Cosmologia Teórica (CTC) da Universidade de Cambridge. Seus trabalhos científicos incluem um teorema sobre a singularidade gravitacional no âmbito da relatividade geral (em colaboração com Roger Penrose) e a previsão teórica de que os buracos negros emitem radiação, frequentemente chamada de Radiação Hawking. Hawking foi o primeiro cientista a estabelecer uma teoria da cosmologia explicada pela união da teoria geral da relatividade e da mecânica quântica. Ele foi um defensor fervoroso da interpretação de muitos mundos na mecânica quântica (propõe a existência de múltiplos “universos paralelos”).

     O que iremos falar neste capítulo, será sobre o consumismo exagerado, o automóvel e o celular, símbolo de Status na sociedade, não irei escrever nessas páginas questionamentos que implicam o “Lado sombrio do crescimento”, em que o Leitor poderá encontrar entendimento lendo no Livro (O Ponto de Mutação – cap. III p.227 tema 8).

     A capacidade crescente do raciocínio e o aumento do número de indivíduos, organizados em sociedades cada vez mais complexas, transformaram lentamente o homem no animal mais importante da Terra e, portanto, no maior predador da natureza. A evolução progressiva do homem como ser social mostra que, quanto mais ele evolui tecnicamente, menos se submete às imposições da natureza. Desse modo, se, por um lado, o homem como animal é parte integrante da natureza e necessita dela para continuar sobrevivendo, por outro, como ser social, cada dia mais sofistica os mecanismos de extrais da natureza recursos que, ao serem aproveitados, podem alterar de modo profundo a funcionalidade harmônica dos ambientes naturais. (Geografia do Brasil p. 212)

  • Planeta Terra, atualmente com 8,3 Bilhões de habitantes!

     Estima-se que 828 milhões de pessoas passam fome no mundo e que 1,3 bilhão de pessoas em 111países, vivem em situação de pobreza, não conta com meios adequados para preparar sua alimentação e vive sem saneamento básico. Desse total, 600 milhões de pessoas dependem de fornecimento de água que só pode ser obtido com uma caminhada de pelo menos 30 minutos a fontes que podem oferecer água potável. Os 10% mais ricos da população global controlam 76% da riqueza mundial em 2021, de acordo com análise. Em contraste, os 50% mais pobres possuem apenas 2%. Os 40% médios, por sua vez, possuem 22%.

    A fome no mundo é marcada pela distribuição desigual de alimentos. A fome no mundo, um fenômeno marcado pela histórica da má distribuição no acesso aos alimentos, é um problema ainda bastante atual, mesmo com avanços significativos em nível mundial, como o aumento da produção global de alimentos. São causas da fome no mundo as questões econômicas, como o desemprego e a inflação; políticas, como os conflitos militares; e naturais, como as catástrofes climática.                                                                                                                                          

    Enquanto milhões de pessoas passam fome, o gasto militar mundial bate recorde e supera US$ 2 trilhões em 2021, aponta relatório, EUA, China, Índia, Reino Unido e Rússia lideram ranking de maiores orçamentos em defesa, concentrando 61,7% do total.

    O ranking são Estados Unidos (US$ 801 bilhões/R$ 3,9 trilhões), China (US$ 293 bilhões/R$ 1,4 trilhão), Índia (US$ 76,6 bilhões/R$ 370 bilhões), Reino Unido (US$ 68,4 bilhões/R$ 333 bilhões) e Rússia (US$ 65,9 bilhões/R$321 bilhões).

    Nossa obsessão pelo crescimento econômico e pelo sistema de valores que lhe é subjacente criou um meio ambiente físico e mental no qual a vida se tornou extremamente insalubre. Talvez o aspecto mais trágico desse dilema social seja o fato de que os perigos à saúde criados pelo sistema econômico são causados não só pelo processo de produção, mas pelo consumo de muitos dos artigos que são produzidos e promovidos por campanhas maciças de publicidade para alimentar a expansão econômica. A fim de aumentar seus lucros num mercado saturado, os fabricantes têm de produzir seus artigos a um custo menor, e uma das formas de conseguir isso é rebaixar a qualidade dos produtos. Para satisfazer os fregueses, apesar de esses produtos serem de baixa qualidade, vastas somas de dinheiro são gastas para condicionar a opinião e o gosto do consumidor através da publicidade. Essa prática, que se converteu em parte integrante de nossa economia, acarreta um sério risco para a saúde, porque muitos dos artigos produzidos e vendidos desse modo têm um efeito direto sobre a nossa saúde.

     A indústria de produtos alimentícios representa um notável exemplo dos riscos para a saúde gerados por interesses comerciais. Embora a nutrição represente uma das mais importantes influências sobre a nossa saúde, isso não é enfatizado em nosso sistema de assistência à saúde, e os médicos são notoriamente ignorantes quando se trata dessa questão. 

     Para expandir seus negócios, os fabricantes de produtos alimentícios adicionam conservantes ao alimento, a fim de aumentar sua vida nos pontos de venda; eles substituem saudáveis alimentos orgânicos por produtos sintéticos e tentam compensar a falta de conteúdo nutritivo adicionando sabores artificiais e corantes. Tais alimentos artificiais, superprocessados, são divulgados através de maciças campanhas publicitárias em outdoors e na televisão, juntamente com bebidas alcoólicas e os cigarros, outro grande risco para saúde. Umaenxurrada de “comerciais” nos impinge “sucata alimentar” – refrigerantes, sanduíches, alimentos com alto teor de gordura – comprovadamente nociva à saúde. (O Ponto de Mutação pp.241 e 242)

     Prezado Leitor.

     Esse é um assunto demasiado difícil de se falar, a destruição sempre existiu, é Nascimento, Vida e Morte, destruição para um novo ressurgimento, uma nova vida, os nossos renascimentos são apenas o ressurgimento em um novo mundo para uma nova vida vindo de uma destruição que seria a morte.

     O leitor que procurar pesquisar mais profundamente, irá encontrar nos Livros citados na Bibliografia, explicações da destruição de Continentes e Civilizações por Cataclismos e Flagelos, sendo a mais conhecida a que está na Bíblia “A Destruição das Cidades de Sodoma e Gomorra”, registrada no Livro da Gênese nos capítulos 18 e 19.

     O que é interessante de se notar, é que as destruições de Continentes, Cidades e Civilizações que desapareceram, estão praticamente todos interligados a diversas “Paixões Vis” da Criatura Humana, Paixões essas Ligadas a corrupção, a violência, depravação em todos os sentidos e a falta de justiça social nos locais chegaram a um nível insuportável.

    Isto vemos nos escritos das Estâncias X e XI dos Livros de Dzyan na Antropogênese de HPB, principalmente como o desaparecimento dos Continentes de Lemúria pelo Fogo e Atlântida pela água, mostrando as mesmas causas e suas consequências.

  • Porque a semente da mulher (Humanidade – autor), a luxúria, esmagou a cabeça da semente do fruto da sabedoria e do conhecimento, transformando o sagrado mistério da procriação em satisfação animal ; como consequência, a Lei do Carma “pisou o calcanhar” da Raça Atlante, alterando gradualmente, sob os aspectos fisiológico, moral, físico e mental, toda a natureza da Quarta Raça humana a tal ponto que, depois de ser, na Terceira Raça, o rei pleno de saúde da criação animal, o homem se converteu, na Quinta Raça, que é a nossa, em um ser débil e enfermiço, e veio a ser, na terra, o mais rico herdeiro das doenças constitucionais e hereditárias, o mais consciente e inteligentemente bestial de todos os animais (- As enfermidades e a superpopulação são fatos que não podem ser negados).       (Vol III pp.428 – 429)

     O que entendo, que está escrito também na Bíblia, mostra que só os Justos, Puros, Honestos são salvos, esses seres seriam Iniciados que teriam o entendimento e a clareza, teriam a capacidade de se refugiar em algum outro local, para a sobrevivência da espécie. 

       No Universo existe vários Mundos, como procurei mostrar, na Cosmogênese, na Doutrina Espírita, na Física de Partículas, na Astronomia, o aparecimento da Criatura Humana neste Mundo “a Terra”, está em volto de explicações de mesmo sentido e orientação, que diz que fomos formados com elementos menos sutis (menos densos – etéreos), até chegarmos a matéria grosseira em que nos encontramos atualmente, essas várias passagens de nossa evolução, se confunde com algumas explicações de Anjos (seres celestiais desenvolvidos com vários Nomes), animais que querem chegar a nossa forma atual chamada de Humana (Símios) e Homens, é Incontestável ver que a nossa criação passa por uma Forma Animalesca que pode ser vista até na Teoria Evolutiva Humana de Charles Darwin – “Segundo Darwin, não somos nada além de mamíferos que caminham eretos. O choque do século se completava: o homem deixava de ser a imagem e semelhança de Deus para tornar-se um sucessor do macaco”.

      Temos ainda incrustado em nosso Mundo o dilema da Agressividade, que não nos deixa evoluir para uma Consciência Maior. Explicações da existência de outros Seres, quer sejam Espirituais ou Alienígenas que poderemos encontrar em livros, revistas, ou até em filmes no Cinema, reflete nossas Características como Criaturas Biológicas Hominidae.

     Estima-se que existam cerca de 10 sextilhões de estrelas no Universo, com cerca de 100 sextilhões a 100 mil sextilhões de Planetas no Universo Observável, que é muito mais de 1 Planeta para cada Habitante da Terra.

      Tudo é Partícula, como procurei mostrar, somos seres criados por uma “Energia” que se pode dar vários nomes, uma delas podemos chamar de “Mônadas”.

      A Formação de Nossa Cadeia Planetária explicado na Teosofia, também é explicado pela Ciência, passando de formas Etéreas até se chegar a mais grosseira.

      É explicado pela Teosofia que a formação dos seres (minerais, vegetais e animais), e principalmente a nossa, a Criatura Humana teve a Ajuda de vários seres divinos, tanto Bons como Maus, e que nesse meio termo houve várias Guerras.

     Como é explicado pela ciência a existência de vários planetas, que podemos chamar de Mundos, certos Seres que poderemos chamar de “Alienígenas”, onde foram feitas várias experiências, até se chegar a um segmento que gerou o que é hoje a Criatura Humana Moderna, mas ainda com Muitos Defeitos.

    De onde também não devemos esquecer da Lei de Destruição, que se reflete em nossa mais Pura Animalidade que quando descemos as “paixões vis”, estamos ultrapassando a Linha divisória da Clareza.

      Disso tudo as diversas Reencarnações, partindo para uma Visão mais Ampla de nossas pequenas passagens da existência, vêm a ser de encontros de vários seres do Universo Visível (de outros Mundos), que se encontram aqui presentes no Planeta Terra, ajudando ou destruindo, no caminho que se percorre, em que a Terra tem a sua representação no Cosmos.

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