O Que Realmente Nós Somos?
Uma Visão Profunda da Nossa Existência No Planeta Terra
Meu Entendimento.
Versão 1. 3
(Obs: Poderá existir Atualização e Aprimoramento na Versão)
Oi! Prezado Leitor, antes de Iniciar a Leitura, Três Perguntas!
1- O Que você Pensa que Será a IA “Inteligência Artificial”, Junto com os Androides?
2 – Ao Começarmos Nossas Explorações em Direção as Estrelas, Teríamos que Modificar Nossa Estrutura Esquelética, Através de Modificações em Nossos Genes?
3 – O Que Você Pensa da Nossa Agressividade (Nossa Maldade).
Várias são as explicações de nossa Existência neste Mundo, explicações essas passando pela Bíblia a mais conhecida, Upanisadas, Abdruschin (Citado) Mensagem do Graal, O Livro de Enoch, A Espírita de Allan Kardec, e a que eu mais admiro a Teosofia de HPB, além das explicações Ocultas (Místicas), temos as explicações da Ciência, Antropologia, alguma parte da Geologia e outra da Astrofísica e Física de Partículas.
Ganância, Inveja, Avareza, Gula, Soberba (Orgulho), Luxúria, Preguiça, Não são defeitos da Criação (Divindade), a Divindade existente é a Essência da Vida, o Sopro Eterno, o Alento, a Energia Presente, o Princípio Vital, as Mônadas; As Partículas, O Átomo.
Tais explicações está envolto de Mistérios, Crenças, Lendas, Mitos, é um Véu, mas mesmo a Teosofia chega somente até um certo Horizonte, não mostrando o que ainda está além, existe para mim uma certa falha.
O Caimento na Matéria, que é Chamada de Grosseira, é uma visão óbvia, até a Ciência mostra isso! – como é mostrado a formação do Globo Terrestre na Astrofísica e na Geologia.
As Estâncias de Dzyan , que são 12 Estâncias, faz explicar na Visão de Iniciados, os caminhos percorridos até se chegar antes da nossa Atual Formação Pitecoide, Sim, somos uns Animais, apesar de sermos Divinos, em Partículas, mas somos diferentes em Consciência e Inteligência, uns de outros, a Sabedoria é outra coisa, matamos uns aos outros, somos piores do que os Canibais (Antropófagos), muitos gostam de comer Carne, Eu Mesmo admito, somos cheios de defeitos, o pior deles é a Agressividade (A Nossa Maldade), que não nos faz Evoluir para uma Consciência maior, Bem talvez analisando por um outro ângulo iremos necessitar dela quando conseguirmos ir para as Estrelas.
As Explicações das Estâncias de Dzyan é por assim dizer vasta, fala de Muitos Seres, Guerras, A Queda na Matéria, Anjos, Demônios, Monstros, Feiticeiros (Cientistas ?), Gigantes (Ciclopes), para eu resumir aqui um pouquinho desta visão.
Explica a Teosofia, o Universo é Dual “Demon Est Deus Inversus”, Positivo / Negativo; Bonito / Feio; Bem / Mal; Macho / Fêmea; Anjos / Demônios , onde em uma Estância é explicada a passagem de Andrógino para a Sexual (Macho / Fêmea), tem um Significado Oculto (Místico) Grande, onde a Humanidade poderia continuar Andrógena!!!, porque Não? Neste ponto começa a Queda na Matéria.
A Procura do Elo Perdido da Ciência, que está na Matéria Grosseira, que até as Estâncias X e XI que fala de Gigantes e Monstros nos Continentes da Lemúria e Atlântida, estão Perdidos, ainda não são completamente comprovados Afirmativamente pela Ciência.
Já na Estância XII, onde poderia começar a Nossa História Humana, ainda se encontra envolta de Explicações Misteriosas para um entendimento Afirmativo.
Tenho que para mim, ainda em Análise depois de muitos Anos que Li a Doutrina Secreta, e com a qual estou voltando para escrever estas linhas; – Nossa Atual Linhagem, por assim dizer, vêm de um Ser (que Poderá ser Chamado de Alienígena [Alienígenas do Passado], fazendo experiências com Animais Bípedes,
- Que Tem os Nomes de – “SATÃ, SATANÁS, LÚCIFER, SAMYAZA.“ Obs: e outros.
? Prefácio ?
Espírito e Matéria são dois polos ou aspectos sob os quais se manifesta o Logos.
Kaliyuga, o quarto yuga, a idade negra ou do ferro; o atual período do mundo, cuja duração é de 432.000 anos. A última das idades na qual o período evolucionário do homem é dividido por uma série de tais idades. As minhas leituras me levaram a alguns insights sobre a nossa existência neste Planeta, se é que eu posso me referir assim, mas não é meu Intuito no presente livro fazer questionamentos referentes a esclarecimentos, estudos ou mesmo algumas explicações dos livros lidos por mim, para procurar um entendimento no que se refere este livro, na procura da essência de nossa existência neste mundo. A agressividade faz parte do nosso cotidiano, vemos no cérebro trino de MacLean o complexo-R, o cérebro reptiliano influência de alguma maneira as ações humanas, e como diz Desmond Morris em seu Livro o Macaco nu – “Sou zoólogo e o macaco pelado é um animal”. Desde o surgimento do Homo Sapiens, 350 a 200 mil anos atrás, na África, a “Criatura Humana”, como irei chamar por sermos seres muito diferentes uns dos outros, em Pensamentos, Afinidades, Gostos, Entendimentos na formação do Ser, da Personalidade e etc, Freud em seu Livro “ O Mal-Estar na Civilização – 1930 / 1936”, onde faz uma análise do sentimento religioso que o homem comum entende como sua religião, uma Providência Divina, velará por sua vida e compensará numa outra existência as eventuais frustrações desta, de ceder a seus rogos e ser apaziguado por seu arrependimento, cria um equilíbrio na humanidade. Do surgimento do Homo Sapiens até nosso presente, o intuito da Criatura Humana com a ajuda de Insights, desenvolveu a Ciência e a Tecnologia, como também a nossa própria destruição.
Que é a mente humana em seu aspecto superior? De onde procede ela, se não é uma parte da essência – e em alguns casos raros de encarnação, a essência mesma – de um Ser Superior, de um Ser pertencente a um plano superior e divino? (Ou de outros Mundos do Universo?) Pode o homem – esse deus encerrado em forma animal – ser produto da Natureza Material só pela evolução, como é o animal? E qual será a causa de tal diferença, se não for o homem um animal e um Deus vivo dentro de sua concha física?
Nascer, Viver e Morrer, é este o sentido da Vida “dos Renascimentos” das “Reencarnações”, a Única certeza de nossa existência, cada indivíduo, “ser pensante”, com seu entendimento e desenvolvimento que alcançou durante a sua Vida.
Nascimento e Morte do Universo, de uma Estrela, de um Planeta, de um Vegetal, de um Animal, de um ser Pensante “Nós”.
O Universo é Infinito para o ser Pensante, mas finito para a Essência da Vida, o Sopro Eterno, o Alento, a Energia Presente, o Princípio Vital que está em todo lugar, dentro e fora da conhecida Matéria.
Esta Essência de vida é que dá origem a tudo, aos Mundos, vários Mundos no Universo, aos Seres, também vários seres, que só na nossa Imaginação poderemos Vislumbrar, nos dará uma ideia do que nós somos!
Somos seres na forma chamada de “Humana”, nascidos no Planeta que chamamos de “Terra”, oriundos de outros sistemas Planetários.
No Universo existe bilhões de Galáxias, que contém Bilhões de Estrelas, que também contém Bilhões de Planetas, não conhecemos nosso Sistema Solar, não conhecemos Marte, nem tão pouco nossa Misteriosa Lua; como poderemos atribuir a nossa existência de Renascimentos, em um Único planeta perdido no Universo?
“Existe praticamente um Planeta para cada Ser Vivo Pensante existente na Terra.”
O Ovo Cósmico e o Big Bang
Por uma analogia poderemos verificar que existe alguns pontos no decorrer do nascimento do Cosmos que é descrito na Upanisadas, relação que poderemos procurar unir entre vários deuses e a física moderna de partículas, as tradições orientais referem-se constantemente a essa realidade última, indivisível, que se manifesta em todas as coisas e da qual todas as coisas são partes componentes. Essa realidade é denominada Brahman no hinduísmo, Dharmakaya no Budismo, Tao no Taoísmo.
Os Vedas formam a base do extenso sistema de escrituras sagradas do hinduísmo, onde os Vedas são divididos em quatro grandes livros, a saber: Rig Veda, Yajur Veda, Sama Veda e Atharva Veda. Os Upanisadas são explicações ou extensões dos quatro Vedas. Eles abordam temas como: meditação, a natureza da alma e a busca pela conexão com o divino, discutem também religião e são considerados pelas escolas do hinduísmo como instruções religiosas. Contêm também transcrições de vários debates espirituais, e 12 (os doze textos fundamentais) de seus 123 livros são considerados básicos por todos os hinduístas.
Na CosmoGênese e principalmente nos Upanisadas vemos a figura de Brahman como o poder central, o início, o criador do universo – O Ovo Cósmico – Normalmente, é chamado O Ovo do Mundo, é um começo de algum tipo de Universo ou podendo ser algum tipo de ser primordial.
Nos Upanisadas é descrito que no início dos tempos, as linhagens de Deuses e Seres Celestiais na criação do Universo (Partículas Elementares?), onde também é citado (Mundos – vários Mundos, Superiores e Inferiores), assim como a criação do nosso Mundo e da Humanidade.
“- Qual o rumo deste mundo?”
“- O espaço”, respondeu. “Pois todos esses seres nascem do espaço e se põem no espaço no espaço. Pois o espaço apenas é mais velho que eles: o espaço é seu último destino.
Este é o mais vasto canto alto, é sem limites. A ele pertence o mais vasto e conquista os mais vastos mundos aquele que venera o mais vasto canto alto sabendo-o assim”
…….
“- Enquanto aqueles dentre seus descendentes conhecerem esse canto alto, mais vasta lhes será a vida neste mundo, bem como o mundo naquele outro mundo”.
O Big Bang, a Formação do Universo em Linguagem Científica.
Existe hoje várias teorias da criação do Universo, mas o Big Bang é a teoria ainda mais aceita sobre a criação do Universo e que também faz em muito analogia sobre os Manvantaras e Pralayas (criação e dissolução do Universo).
Em um espaço muito curto (da ordem 10-35 segundos), e chegar à conclusão de que tudo terminou em 3 minutos. Para isto devemos supor que, há 15 ou 20 bilhões de anos, uma enorme quantidade de energia se encontrava localizada numa esfera inferior a 1cm de diâmetro. Sua rápida expansão criou o Universo que se dilatou e se resfriou uniformemente. A enorme energia liberada se materializou em partículas e antipartículas de igual quantidade. No entanto, na fase de 10-43 a 10-35 segundos, intervalo de tempo ultracurto, porém decisivo, a antimatéria desapareceu, em virtude de um pequeno excesso de matéria. De fato, no curso deste lapso de tempo, as partículas (quarks) e antipartículas (antiquarks) se aniquilaram, dando origem aos fótons.
A íntima quantidade de matéria que sobrou deu origem ao universo em que vivemos.
No instante t = 10 – 30 segundos, os quarksentram em fusão, dando origem aos prótons e nêutrons. Esta operação foi concluída em t = 10-6 segundos. Neste momento, os quarks despareceram. Os prótons e os nêutrons podiam se transmutar entre si, coexistindo com os elétrons e os fótons. Todavia, depois de t = 1s, esta possibilidade se interrompeu com a queda da temperatura reinante. Os prótons não mais puderam se desintegrar, porém o mesmo não ocorreu com os nêutrons. Esta é a razão pela qual existem quatro vezes mais prótons do que neutros, proporção que se mantém até hoje. Dez segundos depois do tempo zero, as primeiras reações de fusão de núcleos tiveram início: os prótons penetraram no núcleo de hélio, e os nêutrons continuaram a se transformar em prótons. No fim de 3 minutos, o fundamental já havia ocorrido.
Depois de uma longa pausa de 1 milhão de anos, a sopa primordial se tornou morna, e os elétrons começaram a se associar aos prótons para formar os átomos de hidrogênio. Desse momento em diante, as transformações atômicas se tornaram possíveis. Por outro lado, como os elétrons deixaram de circular livremente para se associarem aos prótons, os fótons começaram a circular no espaço: o Universo se tronou transparente.
Antes que o Universo atingisse a idade de 1 bilhão de anos, a mais fraca das forças de interação, a gravitação, começou a agir. As primeiras galáxias apareceram. Depois de 14 a 19 bilhões de anos, atingimos a era atual.
A Formação do Universo em Linguagem Mística (Upanisadas).
Só brahman havia no início. Ele sabia só a si mesmo (âtman): “Sou brahman”. Por isso tornou-se o todo. E, entre os deuses, quem quer que o percebeu tornou-se o todo. Nem sequer os deuses podem impedi-lo, pois ele se torna a si desses deuses. Isto aqui no início era só brahman, uno. Ele sendo uno, ainda não se desdobrara. Ele é o imortal, ele é brahman, ele é o todo.
Agora, a linhagem. Pautimãsya [recebeu] de Gaupavana; Gaupavana, de Pautimãsya; Pautimãsya, de Gaupavana; Gaupavana, de Kausika; Kausika, de Kaundinya, de Sandilya; Sandilya, de Kausika e Gautama; Gautama, de Agnivesya; Agnivesya, de Sandilya e Anabhimlãta; Anabhimlãta, de Anabhimlãta; Anabhimlãta, de Gautama; Gautama, de Saitava e Pracinayogya; saitava e Pracinayogya, de Parãsarya; …….
São muitos nomes, não irei escrever todos, mas apenas o início para um entendimento e esclarecimento melhor, todos esses nomes se encontram no Upanisadas, o que podemos perceber, que na linhagem eles se interagem uns com os outros, em praticamente um movimento de ida e volta.
- Brahman
- Ovo Cósmico
- Big Bang
- Ponto Único
- Deus ……

Monadologia.
Mônada (Essência das Coisas – Ondas de Vida), partículas em seu aspecto grosseiro, que ajuda a formar toda as cadeias planetárias no Universo, desde o Mineral até a Criatura Humana, onde passa por várias fases até retornar ao seu ponto inicial simples, a Essência. a parte imortal do homem que se reencarna dos reinos inferiores e progride gradualmente através deles até o homem e depois até a meta final: o (Nirvâna, Paraíso, Bem Aventurança, Consciência Plena, Paz Interior …), a Mônada é a Centelha divina, ainda que seja una em essência, penetra em todos os planos e regiões do ser e se encarna em todas as formas ao percorrer os arcos ascendente e descendente (evolução e involução). Por este motivo se a designa, segundo o caso, pelos nomes de Mônada Elemental, Mineral, Vegetal, Animal, de um Espírito Planetário etc. Contém em germe ou estado latente os atributos e poderes divinos, poderes que vão se manifestando em virtude das impressões nascidas do contato com objetos do Universo com a Mônada se relaciona.
Pág.280 vol I Cosmogênese.
Em nosso Globo nascente (Planeta Terra), as coisas sucederam de maneira diferente [?]. A Mônada ou Jiva, como dissemos em Ísis sem Véu, foi precipitada inicialmente, pela Lei de Evolução, na forma mais baixa da matéria: o mineral. Encerrada na pedra (ou no que iria tornar-se mineral e pedra na Quarta Ronda), e depois de um giro sétuplo, daí a Mônada desliza para fora como um líquen, por assim dizer. E, passando através de todas as formas de matéria vegetal, e depois ao que se chama de matéria animal, alcança o ponto em que se deve converter, digamos assim, no germe do animal que se transformará em homem físico.
Fritjof Capra em o Tao da Física, procura traçar um paralelo entre a Física Moderna e o Misticismo Oriental, ele mesmo escreve em seu Prefácio à segunda Edição, no segundo parágrafo – “O Tao da Física, “sentia mesmo que esse algo estava sendo escrito, não por mim, mas por meu intermédio.” “Os eventos posteriores têm confirmado esses sentimentos.”
Fritjof Capra – Capítulo: A Unidade de Todas as Coisas – “A característica mais importante da visão oriental do mundo – poder-se-ia mesmo dizer, a essência dessa visão – é a consciência da unidade e da inter-relação de todas as coisas e eventos, a experiência de todos os fenômenos do mundo como manifestações de uma unidade básica. Todas as coisas são encaradas como partes interdependentes e inseparáveis do todo cósmico; em outras palavras, como manifestações diversas da mesma realidade última. As tradições orientais referem-se constantemente a essa realidade última, indivisível, que se manifesta em todas as coisas e da qual todas as coisas são partes componentes. Essa realidade é denominada Brahman no Hinduísmo, Dharmakaya no Budismo, Tao no Taoísmo. A unidade básica do universo não constitui a única característica central da experiência mística; ela é, igualmente, uma das mais importantes revelações da Física Moderna. Essa unidade torna-se evidente no nível do Átomo e se manifesta com crescente intensidade à medida que penetramos mais a fundo na Matéria, rumo ao reino das Partículas Subatômicas. À medida que estudarmos os diversos modelos da Física subatômica, veremos que eles expressam, com frequência, e sob diversa formas, o mesmo insight, segundo o qual os componentes da matéria e os fenômenos básicos que os envolvem acham-se todos interligados, em mútua interação e interdependência; em outras palavras, não podem ser entendidos como entidades isoladas, mas unicamente como partes integrantes do todo. A figura de uma teia cósmica interligada que emerge da Moderna Física atômica tem sido utilizada de forma extensiva no Oriente para expressar a experiência mística da natureza. Para os Hindus, Brahman é o fio unificador da teia cósmica.
A Evolução de nosso Mundo e o surgimento da Criatura Humana, em todos os seus estágios da criação, poderemos ver na Física Moderna de Partículas, a Formação das Partículas: “Nos primeiros momentos após o Big Bang, o universo estava composto por partículas fundamentais em um estado de plasma de quarks e glúons. À medida que o universo se expandia e esfriava, esses quarks se uniram para formar prótons e nêutrons, os constituintes dos núcleos atômicos. Em fases posteriores, os elétrons foram unidos a esses núcleos formados, criando os primeiros átomos”.
O Nosso Início, Antropogênese.
A interpretação e o entendimento serão dados a cada pessoa que ler a Antropogênese assim como também Sabedoria Eterna (um pequeno resumo) totalmente, podendo o entendimento ser visto até mesmo como uma ajuda de seres Alienígenas vindos de outros Mundos do Universo, os autores como Erich von Däniken e o Ufólogo Desmond Leslie baseou-se nesses escritos onde cada um dos autores também tirou suas conclusões, as Estâncias de Dzyan ou O Livro da Meditação Mística vêm por ela explicar a criação de nosso Mundo e da Criatura Humana.
A Doutrina Secreta apresenta três proposições:
- A evolução simultânea de sete grupos humanos em sete locais diferentes do nosso globo; (b) o nascimento do corpo astral, antes do corpo físico; (c) que o homem, nesta ronda (quarta), precedeu a todos os mamíferos – inclusive os antropoides – no reino animal.
Estância III Tentativas de Criação do Homem
…. “Os ensinamentos Secretos nos mostram os Progenitores divinos criando homens em sete partes do globo, “cada qual em seu lote”, isto é, cada qual uma raça de homens externa e internamente diferente, e em zonas distintas.” ….
Estância IV Criação das Primeiras Raças
…. Eles se desprenderam de suas “sombras” ou corpos astrais – se é que se pode dizer que um ser tão etéreo quanto um “Espírito lunar” possui um corpo astral, além de outro quase intangível.
Houve uma evolução, uma evolução psíquica, uma evolução intelectual e uma evolução animal, do mais elevado ao mais baixo, assim como um desenvolvimento físico – do simples e homogêneo ao mais complexo e heterogêneo; sem que isso, porém, tenha ocorrido segundo as linhas traçadas pelos evolucionistas modernos. Essa dupla evolução, em dois sentidos contrários, exigiu várias eras, de natureza e graus diversos de espiritualidade e intelectualidade, para construir o ser agora conhecido como homem.
… -, essa lei, dizemos, emprega, para tais objetivos, Seres pertencentes a outros planos mais elevados, homens ou Mentes (Manus), conforme as suas exigências Cármicas. ….
Estância V A Evolução da Segunda Raça
…. Os homens da primeira raça foram, pois, simplesmente as imagens, os duplos astrais de seus Pais, que eram os vanguardeiros ou as Entidades mais avançadas de uma esfera anterior, mas inferior, cujo cascão é hoje a nossa Lua. ….
Estância VI A Evolução dos “Nascidos do Suor”
…. A separação dos sexos deu-se na Terceira Sub-Raça da Terceira Raça-Raiz. De assexual que era a princípio, a Humanidade passou a hermafrodita ou bissexual, e finalmente o ovo humano começou a dar origem, de modo gradual e quase imperceptível em seu processo evolutivo, primeiro a seres nos quais predominava um dos dois sexos e, por último, a homens e mulheres completamente diferenciados. ….
Estância VII Das Raças Semidivinas até as Primeiras Raças Humanas
…. Até a Quarta Ronda, e mesmo até a segunda parte da Terceira Raça da presente Ronda, o Homem (se é que se pode dar esse nome, suscetível de induzir em erro, às formas sempre cambiantes que revestiram as Mônadas nas três primeiras Rondas, nas duas primeiras raças e até o meio da Terceira Raça da Ronda atual) não passa ainda, intelectualmente, de um animal.
Estância VIII A Evolução dos Animais Mamíferos: A Primeira Queda
…. Os vertebrados e, depois, os mamíferos. Anteriormente, os animais eram também proto-organismos etéreos, tal como era o homem.
…. naqueles tempos os homens eram diferentes – “inclusive fisiologicamente” do que são hoje.
…. O Ocultismo repudia, portanto, a ideia de que a Natureza houvesse feito surgir o homem por descendência do Macaco ou de antepassado comum a ambos; mas afirma que, pelo contrário, algumas das espécies mais antropoides provieram do homem [Obs: alienígenas?] ….
…. Os Animais – os que se arrastam e os que vivem nas águas e precederam ao homem, …. e até mesmo os mamíferos – são todos, fisicamente, e de maneira direta ou indireta, o produto mútuo e correlativo do homem [Obs: alienígenas?]….
A Formação de nosso planeta e o surgimento da criatura Humana, como também é explicado na Geologia e na Astrofísica, vai se passando por estágios, de formas menos sutis (etéreas) até se chegar na forma mais grosseira da conhecida Matéria. Como Também na Teoria da Evolução das Espécies de Charles Darwin: “propõe que as espécies se modificam ao longo do tempo através do processo de seleção natural, onde os indivíduos mais adaptados ao ambiente têm maior chance de sobrevivência e reprodução”

O Espiritismo, A Gênese.
Na Gênese Espírita, encontramos alguns pontos de semelhança com a Antropogênese, onde procura seguir os mesmos caminhos de desenvolvimento do nosso Globo e da nossa existência.
“O corpo é, pois, simultaneamente, o envoltório e o instrumento do Espírito e, à medida que este adquire novas aptidões, reveste outro invólucro apropriado ao novo gênero de trabalho que lhe cabe executar.”
“Antes que existisse a terra, mundos sem conta haviam sucedido a mundos e, quando a Terra saiu do caos dos elementos, o espaço estava povoado de seres espirituais em todos os graus de adiantamento, desde os que surgiam para a vida até os que, desde toda a eternidade, haviam tomado lugar entre os puros Espíritos, vulgarmente chamados anjos.”
“Ora, como em todos os tempos houve mundos e esses mundos deram nascimentos a corpos organizados próprios a receber Espíritos, em todos os tempos os Espíritos, qualquer que fosse o grau de adiantamento que houvessem alcançado, encontraram os elementos necessários à sua vida carnal.”
“Quando, em um mundo, os Espíritos hão realizado a soma de progresso que o estado desse mundo comporta, deixam-no para encarnar em outro mais adiantado, onde adquiram novos conhecimentos e assim por diante, até que, não lhes sendo mais de proveito algum a encarnação em corpos materiais, passam a viver exclusivamente da vida espiritual, na qual continuam a progredir, mas noutro sentido e por outros meios.”
“Bem pode dar-se que corpos de macaco tenham servido de vestidura aos primeiros Espíritos humanos, forçosamente pouco adiantados, que viessem encarnar na Terra, sendo essa vestidura mais apropriada às suas necessidades e mais adequadas ao exercício de suas faculdades, do que o corpo de qualquer outro animal.”
“Na opinião de alguns filósofos espiritualistas, o princípio inteligente, distinto do princípio material, se individualiza e elabora, passando pelos diversos graus da animalidade.”
“Tomando-se a humanidade no grau mais ínfimo da escala espiritual, como se encontra entre os mais atrasados selvagens, perguntar-se-á se é aí o ponto inicial da alma humana.”
O Cérebro Trino.
Há 55 milhões de anos, no Período Eocênico, havia uma grande proliferação de primatas, tanto arbóreos quanto terrestres, e a evolução de uma linhagem de descendência que finalmente levou ao homem. O Proconsul era o quadrúpede e arbóreo, provável ancestral dos grandes macacos modernos e possivelmente também do Homo sapiens.
Sobre a Natureza Humana.
Apesar da intrigante localização das funções no modelo trino do cérebro, é, repito, excesso de simplificação insistir na perfeita separação das funções. O comportamento humano, ritual e emocional, é por certo influenciado intensamente pelo raciocínio abstrato neocortical; demonstrações analíticas da validade de crenças puramente religiosas têm sido propostas e existem justificativas filosóficas para o comportamento hierárquico.
Não obstante, levando isso em conta, parece útil como primeira abordagem considerar que os aspectos rituais e hierárquicos de nossas vidas são intensamente influenciados pelo complexo-R e compartilhados com nossos antepassados répteis; que os aspectos altruísticos, emocionais e religiosos de nossas vidas se localizam em grande parte no sistema límbico e são compartilhados com nossos antepassados mamíferos não-primatas (e talvez as aves); e que a razão é uma função do neocórtex, compartilhada até certo ponto com os primatas superiores e os cetáceos, como golfinhos e baleias, o ritual, a emoção e o raciocínio constituem aspectos importantes da natureza humana, a única característica quase que exclusivamente humana é a capacidade de associar abstratamente e raciocinar.
Carl Sagan – Os Dragões do Éden – “O cérebro humano, sustenta MacLean, compreende três computadores biológicos interligados”, cada um como sua própria inteligência especial, sua própria subjetividade, seu próprio sentido de tempo e espaço, sua própria memória, suas funções motoras e outras. Cada cérebro corresponde a uma etapa evolutiva importante separada. MacLean distinguiu três espécies de regentes do chassi neural. O mais arcaico deles circunda o mesencéfalo. Compartilhamos isso com outros mamíferos e répteis. MacLean o denominou complexo reptiliano ou complexo-R. Circundando o complexo-R encontra-se o sistema límbico, assim chamado porque se limita com o cérebro subjacente. Temos o sistema límbico em comum com os outros mamíferos, mas o mesmo não ocorre, em sua elaboração total, com os répteis. Finalmente, envolvendo o restante do cérebro, e evidentemente a aquisição mais recente, temos o neocórtex. Os seres humanos possuem um neocórtex relativamente maciço.
Ernst Haeckel, sustentava que em seu desenvolvimento embriológico, qualquer animal tende a repetir ou recapitular a sequência que seus ancestrais seguiram durante a evolução. E, realmente, no desenvolvimento humano intra-uterino, percorremos etapas muito semelhantes aos peixes, répteis e mamíferos não-primatas antes de nos tornarmos seres reconhecidamente humanos.
- O Complexo-R – MacLean demonstrou que o complexo-R desempenha importante papel no comportamento agressivo, na demarcação territorial, no ritual e no estabelecimento da hierarquia social. Afora eventuais e honrosas exceções, parece-me que isso caracteriza sobremaneira o comportamento humano moderno do ponto de vista burocrático e político.
- O Sistema Límbico – Existe uma pequena inclusão no sistema límbico, em forma de amêndoa, denominada amígdala, que está profundamente implicada tanto na agressividade quanto no medo. O mau funcionamento do sistema límbico pode produzir a ira, o medo ou um acesso de sentimentalismo sem razão aparente. A hiperestimulação natural é capaz de produzir os mesmos resultados: os que sofrem de tal moléstia consideram inexplicáveis e inadequados os seus sentimentos; podem ser tomados por loucos.
- O Neocórtex – Costuma ser considerado em termos de quatro regiões principais ou lobos, a saber: o frontal, o parietal, o temporal e o occipital. Cada um tem certamente muitas funções diferentes, e algumas delas podem ser compartilhadas entre os lobos. Entre outras funções, os lobos frontais parecem estar ligados à deliberação e à regulação da ação; os lobos parietais, à percepção espacial e ao intercâmbio de informação entre o cérebro e o restante do corpo; os lobos temporais, a uma variedade de tarefas perceptivas complexas; e os lobos occipitais, à visão, sentido predominante nos seres humanos e em outros primatas.
A Criatura Humana.
Um Símio pelado que a si próprio se cognominou Homo sapiens.
O Zoólogo Desmond Morris em Livro o Macaco nu, analisa o comportamento da criatura humana do ponto de vista animal.
Não pretendo falar sobre o estudo feito pelo autor, mas sim focar na parte referente a agressão, é esta parte do nosso comportamento que ainda não conseguimos controlar.
Agressão.
A nossa espécie está atualmente tão preocupada com a violência e com a destruição em massa, que somos capazes de perder a objetividade ao discutir esse assunto. É um fato comprovado que os intelectuais mais sensatos se tornam muitas vezes violentamente agressivos quando discutem a necessidade urgente de suprimir a agressão.
Já sabemos que a agressividade incontrolável aumentará dramaticamente se a população humana continuar a aumentar segundo as aterradoras proporções atuais. Isso já foi devidamente demonstrado em experiências de laboratório. A aglomeração excessiva produzirá uma tal agitação social, que acabará por despedaçar as nossas organizações comunitárias muito antes de morrermos de fome. A aglomeração excessiva agirá diretamente contra qualquer progresso de controle intelectual e aumentará de uma maneira bárbara as possibilidades de explosão emocional.
“Resta a questão da agressão contra o domínio da hierarquia social.”
O indivíduo, tal como os locais que frequenta, também tem de ser defendido. A sua posição social tem de ser mantida e melhorada o quanto possível, mas com todas as cautelas, para não prejudicar os contatos cooperativos. É nesse caso que entram em jogo todos os engenhosos sinais agressivos e submissos a que atrás nos referimos. A cooperação de grupo exige e recebe um grande conformismo de vestuário e de comportamento, embora esse conformismo permita ainda muita competição hierárquica. Essas exigências competitivas chegam a atingir um nível de astúcia quase inacreditável. As pequenas diferenças de vestuário e de atitudes são completamente ridículas, mas adquirem importância decisiva em relação ao jogo de conquistar e manter uma posição dentro da hierarquia dominante.
Claro que não evoluímos para viver em monstruosas aglomerações de milhares de indivíduos. O nosso comportamento foi concebido para agirmos em pequenos grupos tribais, provavelmente com menos de cem indivíduos. Nas compactas comunidade citadinas, a situação é muito tensa. O cidadão tem diariamente de enfrentar um cem número de estranhos, coisa de que as outras espécies primatas nunca ouviram falar. É possível estabelecer relações hierárquicas pessoais com todos eles, embora seja essa a tendência natural. Em vez disso, cada um continua a andar de um lado para outro, sem chegar a dominar ou a ser dominado. Para facilitar essa falta de contato social, desenvolveram-se tipos de comportamento que evitam o contato. Evitando cuidadosamente encarar os outros, gesticulando uns para os outros, emitindo variadíssimas espécies de sinais, ou mantendo contatos físicos corporais, conseguimos manter-nos numa situação social que de outro modo seria impossível, dada a enorme sobreposição de estímulos. Se se rompe a regra de evitar contatos, apressamo-nos a pedir desculpa, para não deixar dúvidas de que se tratou de acidente.
O comportamento anticontato permite-nos manter o número das pessoas conhecidas dentro dos limites apropriados para a nossa espécie. Nesse aspecto, agimos com coerência e uniformidade notáveis. Por outras palavras, até os nossos encontros sociais obedecem às regras biológicas dos nossos remotos antepassados. “Claro que se encontrarão exceções a essa regra – pessoas com defeitos de comportamento, pessoas com problemas psicológicos, pessoas encarregadas de grande número de contatos (profissionalmente).
Mas todos exercem seus negócios, integrados no que parece uma enorme e agitada massa de corpos, mas que, na realidade, constitui uma série incrivelmente complicada de grupos tribais que se entrelaçam e sobrepõem. No fundo, o Macaco Pelado mudou muitíssimo pouco desde os seus princípios mais remotos.
Conclusão:
No Universo existe vários Mundos, como procurei mostrar, na Cosmogênese, na Doutrina Espírita, na Física de Partículas, na Astronomia, o aparecimento da Criatura Humana neste Mundo “a Terra”, está em volto de explicações de mesmo sentido e orientação, que diz que fomos formados com elementos menos sutis (menos densos – etéreos), até chegarmos a matéria grosseira em que nos encontramos atualmente, essas várias passagens de nossa evolução, se confunde e se mistura com algumas explicações de Anjos e Demônios (seres celestiais desenvolvidos com vários Nomes), gerando animais que querem chegar a nossa forma atual chamada de Humana (Símios) e mesmo a citação de Homens, é Incontestável ver que a nossa criação passa por uma Forma Animalesca que é descrita (explicada) na Teoria Evolutiva Humana de Charles Darwin – “Segundo Darwin, não somos nada além de mamíferos que caminham eretos. O choque do século se completava: o homem deixava de ser a imagem e semelhança de Deus para tornar-se um sucessor do macaco”.
Temos ainda incrustado em nosso Mundo o dilema da Agressividade, que não nos deixa evoluir para uma Consciência Maior. Explicações da existência de outros Seres, quer sejam Espirituais ou Alienígenas (Anjos e Demônios que são Mencionados em outros Mundos) que poderemos encontrar em livros, revistas, ou até em filmes no Cinema, reflete nossas Características como Criaturas Biológicas Hominidae.


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